Cachaça Maria Izabel

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Uma autêntica cachaça artesanal de Paraty!

Alambique Maria Izabel - A mais artesanal cachaça de Paraty!

Alambique Maria Izabel – A mais artesanal cachaça de Paraty!

A cachaça Maria Izabel é produzida de maneira artesanal desde 1996, no Sítio Santo Antônio, à beira da baía de Paraty, com a cana ali mesmo plantada. Sua qualidade – que a faz figurar entre as melhores do país – é garantida pela atenção e o cuidado em cada etapa da produção, desde o plantio da cana até a cachaça chegar à garrafa.

A proprietária Maria Izabel envolve-se diretamente em cada uma das etapas; inclusive encarregando-se do preparo do fermento, a sua cachaça sendo a única em Paraty ainda feita com fermento artesanal, a partir de uma receita tradicional da região.

Outro detalhe importante – tornando-a a cachaça com o menor índice de acidez entre as de Paraty – é o uso exclusivo da cana colhida no próprio sítio ou em plantações próximas: assim que cortada, a cana começa a fermentar, e moê-la o quanto antes, no mesmo dia, faz significativa diferença.

A cachaça: Produção

  • A cana

    A Cachaça Maria Izabel é feita a partir da cana do próprio Sítio Santo Antônio, eventualmente complementada com a de outras plantações próximas, permitindo que a moagem seja feita no mesmo dia logo em seguida à colheita, de modo a evitar a contaminação do mosto pelo processo de fermentação que se inicia assim que a planta é cortada, reduzindo consideravelmente o teor de acidez do produto final.

    No sítio, o canavial ocupa três hectares, em encosta de frente para o mar, favorecendo a concentração de açúcar na cana, entre outros aspectos, e tornando-a ideal para a produção de cachaça, de forma similar aos inúmeros alambiques que fizeram a reputação de Paraty como o mais importante produtor de cachaça do Brasil no século XIX.

  • O fermento

    Na época da safra, três semanas antes da colheita, o fermento é preparado segundo uma receita que Maria Izabel obteve de Pedro Peroca. 

    Pedro era integrante da família que produzira na Fazenda do Fundão em Paraty cachaça que chegou a obter medalha de ouro no Rio de Janeiro na primeira metade do século XX.

    Posto a descansar, no preparado a levedura se desenvolve em cerca de vinte dias; o fermento é então utilizado durante toda a safra.

    Ao retomar um modo de fazer tradicional, Maria Izabel realça a singularidade de sua cachaça, e estabelece um vínculo com a história de sua produção em Paraty.

  • A destilação

    Como não havia energia elétrica (só em 2009 chegaria ao sítio), o alambique foi construído de modo que todo o processo funcionasse por gravidade, dispensando o uso de bombas para a passagem de uma etapa a outra. Tão importante quanto o uso de cana fresca é o cuidado com a higiene do alambique. A cana colhida é moída à medida que vai chegando ao alambique, no mesmo dia.

    O mosto é fermentado e depois aquecido, iniciando-se a destilação. Para garantir a qualidade, a atenção volta-se então para o “corte” da cachaça: o aproveitamento apenas da parte nobre, central da produção, o chamado “coração”, descartando-se a “cabeça” e o “rabo”. Maria Izabel cuida pessoalmente de todo o processo, dando um caráter marcadamente artesanal à sua cachaça.

O armazenamento e a comercialização

Parte da cachaça destilada permanece pelo menos 1 ano em tonéis de jequitibá, antes de ser engarrafada e comercializada como a variedade prata; a variedade ouro, por sua vez, é envelhecida em barris de carvalho por no mínimo 1 ano antes de ir para o comércio. Não há limite para o envelhecimento da cachaça. As cachaças com mais de 2 anos de envelhecimento só são comercializadas no Sítio Santo Antônio, assim como a “Reserva Especial”, só produzida nos anos em que a cana atinge o teor ideal de açúcar, reservando-se uma pequena parte no melhor momento de cada destilação.

O engarrafamento – nas já bem conhecidas garrafas com o atraente e característico rótulo do designer Jeff Fisher – é feito à medida da necessidade, para evitar que os barris fiquem vazios e se ressequem na entressafra. A distribuição é sobretudo local, já que a exigência de que Maria Izabel não abre mão – moer a cana em seguida à colheita, usando apenas a de seu sítio e de plantações próximas – limita a produção, fazendo com que seja a menor entre as de Paraty, por volta de 7.500 litros por ano; mas é também um dos aspectos que fazem a singularidade e qualidade de sua cachaça.

O Sítio Santo Antônio… venha se hospedar ou realizar seu evento neste verdadeiro paraíso!

A 7,5 km do trevo de Paraty, no sentido norte da rodovia Rio-Santos, e mais 1 km de estrada de terra, fica o Sítio Santo Antônio, em encosta terminando em prainha à beira-mar tendo à frente a Ilha do Araújo, com sua vila de pescadores, e a Baía da Ilha Grande.

É nesse lugar frequentemente descrito como paradisíaco que Maria Izabel mora desde 1986 – no começo, lá só se chegava de barco, pelo mar, ou a pé, por uma trilha na mata – e onde inicialmente decidiu plantar cana e mais tarde fazer a sua própria cachaça.

A pouca distância um do outro, em jardins bem cuidados emoldurados pela mata e o mar, ficam a plantação, sua casa e o alambique; e também outras casas com acomodações onde é possível se hospedar e desfrutar por mais tempo do encanto único do sítio; ou ainda, realizar eventos valendo-se de sua excepcional localização e paisagem.

Para fazer sua reserva para hospedagem ou realizar locação para eventos entre em contato:

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Fins de Semana e feriados: 10:30h às 17h
Durante a semana visitas apenas com agendamento.